É preciso renascer para evoluir

Publicada em 17/11/2014 às 13:52

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Por Renilson Freitas

A afirmação surgiu na última experiência que tive em um trabalho energético realizado na Ilha de Itaparica. O workshop “Descobrindo a magia das águas”, como diz a própria facilitadora, a terapeuta Ilza Andrade, é um renascimento. E essa é a sensação daqueles que vivenciam a conexão do “Eu” com as energias da natureza.

O trabalho em si é muito simples. Após a realização de um exercício de liberação de energias, que é feito dentro d’água, a terapeuta passa a doar energia para o cliente. A energia do mar potencializa a limpeza e a pessoa passa a experienciar os efeitos de uma limpeza energética profunda. O resultado desse acesso ao verdadeiro eu é uma sensação de absoluto renascimento, de ser um novo ser no mesmo corpo físico.

Num processo interno e personalíssimo, caiu a ficha de que não precisamos nos importar com a dor, basta percebemos a luz que opera dentro de nós para atingirmos o equilíbrio. Renascer é mudar do ângulo de visão do mundo e é resultado de uma profunda limpeza que fazemos internamente quando deixamos nossa energia fluir livremente. Ele pode ocorrer de diversas formas, numa meditação, por exemplo, ou num acidente. A dor também pode alterar nossa forma de ver o mundo.

Após inúmeros renascimentos vem o equilíbrio e com o equilíbrio vem a cura. Mas é uma cura de consciência, do verdadeiro sentido da vida, do equívoco criado sobre quem realmente somos. Nesse estado, a dor física passa a ser apenas o primeiro estágio evolutivo, e mais que isso, passa a ser optativa. Com a dor evoluímos, mas ela não é indispensável.

É preciso renascer para evoluir porque nossa evolução depende da nossa decisão de abrir mão das crenças e memórias negativas deixando a luz brilhar em nosso ser. Abandonando as crenças renascemos, puros e abertos para a verdade que está diante dos nossos olhos, mas que por medo queremos não enxergar. A cada renascimento percebemos que o que antes tínhamos a certeza de que era errado, na verdade não é certo nem errado, que a verdade absoluta era apenas uma ilusão, e assim vamos nos modelando. Vamos tirando os excessos e preenchendo os vazios.

E como renascer? Morrendo (abrir mão da ilusão)! Transmutando! Olhando para nós mesmos e percebendo que a luz que brilha dentro de nós é a nossa verdadeira essência. Para isso é preciso ter coragem para encarar os medos e aceitar a parte de nós que queremos negar. Ao trilhar o caminho do autoconhecimento vamos aprendendo a acolher nossas raivas, medos, inseguranças, a ressignificar as crenças da criança interior, e assim encontramos a felicidade, o amor incondicional, principalmente por nós mesmo (aceitando-nos).

Não temam a dor, pois o amor cura todos os males. E melhor, vem de uma fonte inesgotável e que está dentro de nós, basta o deixarmos jorrar para todos os lados. Agradeço a oportunidade de ter participado deste trabalho e a cada integrante daquele lindo grupo que estava numa só sintonia. Aproveito a deixa para agradecer a todos aqueles que participaram ou contribuíram de alguma forma para a realização do I Simpósio de Terapias Holísticas da Fasb que ocorreu no último dia 07. O evento foi muito bem recebido pela comunidade acadêmica da Fasb, o que me deixa feliz, pois é a prova de que as mentes estão em pleno processo de expansão e conexão.

Amor e luz!

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