Travesti é espancado até a morte em Luís Eduardo Magalhães

Publicada em 25/07/2016 às 09:03

travesti

Fonte portal aloalosalomão.com.br

O travesti Erielton Souza Sales, 25 anos, conhecido por ‘Sabrina’, foi morto na manhã de domingo, 24. O corpo foi encontrado no cruzamento das ruas José de Alencar com a Janete Clair, no bairro Florais Léa, em Luis Eduardo Magalhães, Oeste da Bahia.

Segundo a Polícia, o corpo apresentava marcas de violência na cabeça, principalmente na face e no pescoço. Não existem marcas provocadas por arma de fogo ou instrumento perfurocortante, mas há indícios de brutal espancamento.

Moradores do bairro dizem que o ponto aonde o corpo foi encontrado é muito escuro e frequentado diariamente por travestis e garotas de programas. Devido ao local onde a vítima estava seminua e com muitos preservativos na bolsa, reforça a hipótese de que o crime possa ter ligação com sua vida afetiva ou sexual.

Erielton tinha se formado em Técnica de Enfermagem em uma das turmas de 2013 do Centro Territorial de Eduacação Profissional da Bahia – Cetep e chegou a exercer a profissão no Hospital do Oeste em Barreiras.

A Polícia segue com as investigações para apurar o caso.

4 Comentários

  1. Patrícia disse:

    Vamos começar,tratando a pessoa como deve ser…A travesti chamada SABRINA.
    Não utiliza pronome masculina para travesti e ofensivo e desrespeitoso,
    e o nome de batismo não é o que ela escolheu para que fosse chamada…isso aí também é questão de respeito à dignidade da pessoa.
    E o motivo do crime é TRANSFOBIA, essas matérias tendenciosas só servem pra invisibilizar ainda mais a morte dessas pessoas em um país que é o N° 1 no mundo em assassinato de trans/travestis.

  2. Ricardo disse:

    Favor corrigir o título da matéria. “Travestir e espancada”. Devem se referir a pessoas trans e cisgeneros no pronome a que essa pessoa se encaixa. Utilizar somente o nome social da vítima seria expressar um pouco de dignidade à vítima desse crime bárbaro. Grato.

  3. guga albuquerque disse:

    A TRAVESTI ..RESPEITA A IDENTIDADE DE GENERO DAS PESSOAS TRANSGENERO PELO MENOS NA HORA DA SUA MORTE

  4. Ana Caroline disse:

    Publicação nojenta, respeite a identidade de gênero dA travesti pelo menos depois dessa tragédia, e nome social é um direito, não é ” conhecidO como sabrina” o nome era sabrina, nojo dessas páginas que só querem ganhar visualizações e estão cagando pra pessoas que graças ao preconceito e transfobia tem expectativa de vida de 33 anos.

Deixe o seu comentário!

JORNAL NOVA FRONTEIRA
Rua 19 de maio, 103 - Centro - BARREIRAS - BAHIA
Fone: (0xx77) 3611-8811 Email: comercial@jornalnovafronteira.com.br