Homicida fala sobre assassinato de cunhado em Barreiras

Publicada em 03/11/2015 às 07:46

taxista

Fonte portal aloalosalomão.com.br

O taxista Joildo de Souza Araújo, 40 anos, diz que agiu em legítima defesa, ao matar seu cunhado Adelcino Macedo Pereira, 26 anos, na noite de sábado, 31, no Loteamento São Paulo, em Barreiras, Oeste da Bahia. Ele atingiu a vítima com um golpe de faca na região axilar esquerda. Ele foi preso pela Polícia Civil na manhã do dia seguinte, na zona rural do vizinho município de Catolândia, onde seu veículo teria esgotado a bateria durante a fuga.

Ao ser inquirido pelo delegado Francisco Carlos de Sá pela prática do homicídio, afirmou que foi agredido por parentes de sua esposa e que Adelcino quebrou o vidro traseiro do seu veículo GM Kadet e ameaçou que ia a casa dele buscar uma faca para matá-lo.

Disse ainda que a briga iniciou, porque, estendeu a mão para cumprimentar Washington, que é neto de sua sogra e não foi correspondido. “O pai dele reagiu me chamando de “irresponsável e pra nada” e o Jailton também me chamou de “vagabundo e moleque”, em seguida, fui atingido por eles, com vários socos e atingi Adelcino, quando tentou me agarrar”, explicou.

Alegou ainda ter ocorrido uma denúncia de que alguém estava plantando “maconha” na roça de sua sogra, na localidade do Tatú de Cima, onde o mesmo criava gado, e por isso, passaram a dizer que ele era o autor das acusações e de uma denúncia anônima feita na delegacia. “Por causa disso, passaram a rejeitar minha presença no meio da família de minha esposa”.

Também informou que jogou a faca no mato durante a fuga, na estrada da chapada de Barreiras para Catolândia, em local desconhecido.

Joildo já foi detido por provocar um acidente de trânsito com lesões corporais e preso em flagrante por infração à lei Maria da Penha, após agredir a esposa.

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