Dez são presos e um apreendido em operação da polícia em Luís Eduardo Magalhães

Publicada em 27/10/2016 às 15:23

presos

Fonte G1.com/BA | Fotos divulgação redes sociais

Dez pessoas foram presas e um menor apreendido durante uma operação das Polícias Militar e Civil no município de Luís Eduardo Magalhães, região oeste da Bahia, na manhã desta quinta-feira, 27. Segundo informações da PM, a operação foi intitulada “Roda Viva” e visa desarticular uma quadrilha que roubava agrotóxicos.

Ainda de acordo com a PM, os presos e o menor apreendido foram encaminhados para delegacia da cidade. A polícia também conseguiu recuperar sete caminhões e dez carros carregados de agrotóxicos, além de aproximadamente 10 mil litros de óleo diesel e gasolina.

presos1 presos2 presos3 presos4

4 Comentários

  1. Marcio Souza disse:

    Não é permitido é a busca e apreensão isolada, isto é, sem vínculo algum com a prisão em flagrante. Do mesmo modo, se não houver indícios veementes de prática criminosa em curso, a autoridade policial poderá responder por crime de abuso de autoridade (art. 3º, b, da Lei nº 4.898/65, violação de domicílio (CP, art. 150)

  2. Marcio Souza disse:

    Como se sabe, a jurisprudência dos tribunais superiores firmou-se no sentido de que certas matérias estão sujeitas à “reserva de jurisdição”, ou seja, algumas medidas não podem ser tomadas sem prévia autorização judicial, a exemplo do que ocorre com as interceptações telefônicas e a busca e apreensão de bens, coisas e pessoas vítimas de delitos. Portanto, em regra, é necessário mandado judicial para a efetivação dessas medidas. Seguindo essa linha de pensamento, foi a reforma do Código de Processo Penal realizada pela Lei nº 12.403/2011, nos termos das novas redações dos arts. 283 e seguintes.
    Contudo, esse diploma processual, embora tenha detalhado as regras e distinções entre as prisões e as medidas acautelatórias, não disse expressamente se é possível buscar e apreender em um contexto de flagrante delito, sem mandado expedido pelo juiz competente.
    À primeira vista, é simples responder que a polícia não só pode como deve prender o sujeito e apreender imediatamente todos os produtos e objetos do crime, no cumprimento da prisão em flagrante. Mas a questão é objeto de controvérsia doutrinária, pois é justamente nesse caso quando esses institutos processuais quase se confundem, já que a busca e apreensão só pode ocorrer se for em flagrante.

  3. Osvaldo disse:

    Não se pode deixar de citar que a redação do citado inciso VI, do art. 386, do CPP, da maneira que ela se encontra foi descarta o fato de que a acusação deste caso e da forma das circunstâncias foi constrangedor e inadequada, imprudência e inoportuna denúncia, cujos fatos nela descritos não foram provados robustamente no decorrer da instrução criminal e deste modo não tendo condições de demonstrar através de provas certeiras e seguras a existência do ilícito penal imputado ao réu.

  4. Nana disse:

    O quinto é carreteiro e não faz parte da quadrilha.
    O chefe revela quem são seus compassas afirma que o carreteiro passou em sua casa a convite para tomar cerveja.
    A policia quando chegou com mandato do juiz.
    Levou todos inclusive o que não faz parte da quadrilha.

Deixe o seu comentário!

JORNAL NOVA FRONTEIRA
Rua 19 de maio, 103 - Centro - BARREIRAS - BAHIA
Fone: (0xx77) 3611-8811 Email: comercial@jornalnovafronteira.com.br