Sobre a Carta Aberta em torno do Coronavírus (Parte II)

Publicada em 01/10/2020 às 09:53

Ronaldo Ausone Lupinacci*

Dou prosseguimento ao artigo publicado na edição anterior, retomando a sequência da numeração onde foi truncada, para facilitar a visão geral do documento reproduzido. Saliento que a numeração foi por mim introduzida. Ainda assim, não foi possível transcrever o inteiro teor do documento firmado por mais de trezentos médicos e outras centenas de especialistas, que pode ser consultado em https://www.aier.org/article/open-letter-from-medical-doctors-and-health-professionals-to-all-belgian-authorities-and-all-belgian-media/.
14.º) Um estudo publicado na revista Cell mostra que a maioria das pessoas neutraliza o coronavírus pela imunidade mucosa (IgA) e celular (células T), embora tenha poucos ou nenhum sintomas. Os pesquisadores descobriram até 60% de reatividade SARS-Cov-2 com células T CD4 + em uma população não infectada, sugerindo reatividade cruzada com outros vírus do resfriado (corona). A maioria das pessoas, portanto, já possui imunidade congênita ou cruzada, pois já estiveram em contato com variantes do mesmo vírus.

15.º) A maioria das pessoas com teste positivo (PCR) não tem queixas. Seu sistema imunológico é forte o suficiente. O fortalecimento da imunidade natural é uma abordagem muito mais lógica. A prevenção é um pilar importante e insuficientemente destacado: nutrição saudável e completa, exercícios ao ar livre, sem máscara, redução do estresse e nutrição dos contatos emocionais e sociais.

16.º) Há uma diferença entre morte por corona e morte com corona. Os seres humanos são frequentemente portadores de vários vírus e bactérias potencialmente patogênicas, ao mesmo tempo. Levando em consideração o fato de que a maioria das pessoas que desenvolveram sintomas graves sofria de patologia adicional, não se pode simplesmente concluir que a infecção por corona foi a causa da morte. Isso geralmente não foi levado em consideração nas estatísticas.

17.º) Os grupos mais vulneráveis ​​podem ser claramente identificados. A grande maioria dos pacientes falecidos tinha 80 anos ou mais. A maioria (70%) dos falecidos, com menos de 70 anos, apresentava algum distúrbio subjacente, como sofrimento cardiovascular, diabetes mellitus, doença pulmonar crônica ou obesidade. A grande maioria das pessoas infectadas (> 98%) não adoeceu ou dificilmente ficou doente ou se recuperou espontaneamente.

18.º) Enquanto isso, existe uma terapia acessível, segura e eficiente disponível para aqueles que apresentam sintomas graves da doença na forma de HCQ (hidroxicloroquina), zinco e AZT (azitromicina). Aplicada rapidamente, essa terapia leva à recuperação e freqüentemente evita a hospitalização. Esta terapia eficaz foi confirmada pela experiência clínica, com resultados impressionantes. Isso contrasta agudamente com a crítica teórica (fundamentação insuficiente por estudos duplo-cegos) que em alguns países (por exemplo, os Países Baixos) levou mesmo à proibição desta terapia.

19.º) A disseminação ocorre por infecção por gotejamento (somente para pacientes que tossem ou espirram) e aerossóis em quartos fechados e sem ventilação. Portanto, a contaminação não é possível ao ar livre. Rastreamento de contato e estudos epidemiológicos mostram que pessoas saudáveis ​​(ou portadores assintomáticos testados positivamente) são virtualmente incapazes de transmitir o vírus. Pessoas saudáveis, portanto, não colocam as outras em risco.

20.º) Há uma diferença entre morte por corona e morte com corona. Os seres humanos são frequentemente portadores de vários vírus e bactérias potencialmente patogênicos ao mesmo tempo. Levando em consideração o fato de que a maioria das pessoas que desenvolveram sintomas graves sofria de patologia adicional, não se pode simplesmente concluir que a infecção por corona foi a causa da morte. Isso geralmente não foi levado em consideração nas estatísticas.

21.º) Os grupos mais vulneráveis ​​podem ser claramente identificados. A grande maioria dos pacientes falecidos tinha 80 anos ou mais. A maioria (70%) dos falecidos, com menos de 70 anos, apresentava algum distúrbio subjacente, como sofrimento cardiovascular, diabetes mellitus, doença pulmonar crônica ou obesidade. A grande maioria das pessoas infectadas (> 98%) não adoeceu ou dificilmente ficou doente ou se recuperou espontaneamente.

22.º) Existe uma terapia acessível, segura e eficiente disponível para aqueles que apresentam sintomas graves da doença na forma de HCQ (hidroxicloroquina), zinco e AZT (azitromicina). Aplicada rapidamente, essa terapia leva à recuperação e freqüentemente evita a hospitalização.

23.º) Esta terapia eficaz foi confirmada pela experiência clínica, com resultados impressionantes. Isso contrasta agudamente com a crítica teórica (fundamentação insuficiente por estudos duplo-cegos) que em alguns países (por exemplo, os Países Baixos) levou mesmo à proibição desta terapia. Uma meta-análise no The Lancet, que não poderia demonstrar um efeito do HCQ, foi retirada.

24.º) A disseminação ocorre por infecção por gotejamento (somente para pacientes que tossem ou espirram) e aerossóis em quartos fechados e sem ventilação. Portanto, a contaminação não é possível ao ar livre. Rastreamento de contato e estudos epidemiológicos mostram que pessoas saudáveis ​​(ou portadores assintomáticos testados positivamente) são virtualmente incapazes de transmitir o vírus. Pessoas saudáveis, portanto, não colocam as outras em risco.

25.º) As máscaras orais pertencem a contextos onde ocorrem contatos com grupos de risco comprovado ou pessoas com problemas respiratórios superiores, e em um contexto médico / ambiente de lar de aposentados em hospitais. Eles reduzem o risco de infecção por gotículas por espirro ou tosse. As máscaras orais em indivíduos saudáveis ​​são ineficazes contra a propagação de infecções virais.

26.º) O uso de máscara apresenta efeitos colaterais.  A deficiência de oxigênio (cefaleia, náuseas, fadiga, perda de concentração) ocorre de forma bastante rápida, um efeito semelhante ao enjôo da altitude. Todos os dias vemos pacientes reclamando de dores de cabeça, problemas nos seios da face, problemas respiratórios e hiperventilação devido ao uso de máscaras. Além disso, o CO2 acumulado leva a uma acidificação tóxica do organismo que afeta nossa imunidade. Alguns especialistas chegam a alertar para um aumento da transmissão do vírus em caso de uso inadequado da máscara.

27.º) A grande maioria das pessoas “infectadas” testadas positivamente está na faixa etária da população ativa, que não desenvolve nenhum ou apenas sintomas limitados, devido a um sistema imunológico em bom funcionamento. Portanto, nada mudou – o pico acabou.

28.º) Pesquisas sobre vacinação contra influenza mostram que, em 10 anos, tivemos sucesso apenas três vezes no desenvolvimento de uma vacina com uma taxa de eficiência de mais de 50%. Vacinar nossos idosos parece ser ineficaz. Acima de 75 anos de idade, a eficácia é quase inexistente.

29.º) Em escala global, são esperados 700.000 casos de danos ou morte em decorrência da vacina. Se 95% das pessoas experimentam covid-19 virtualmente sem sintomas, o risco de exposição a uma vacina não testada é irresponsável.

30.º) A história oficial de que um bloqueio era necessário, que essa era a única solução possível e que todos estavam por trás desse bloqueio tornava difícil para pessoas com uma visão diferente, bem como especialistas, expressar uma opinião diferente. Opiniões alternativas foram ignoradas ou ridicularizadas. Não vimos debates abertos na mídia, onde diferentes pontos de vista pudessem ser expressos.

* O autor é advogado.

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