Território Bacia do Rio Grande define prioridades para o PPA durante plenária em Barreiras

Publicada em 26/02/2019 às 16:45

Ascom Seplan

As representações dos segmentos institucionais, produtivos, sociais e econômicos do território Bacia do Rio Grande elegeram, nesta terça-feira, 26, no município de Barreiras, as áreas prioritárias para a execução das políticas públicas do Governo do Estado na região. As escutas territoriais, que consistem no diálogo de técnicos da Secretaria Estadual do Planejamento (Seplan) com atores sociais, estão sendo realizadas nos 27 territórios da Bahia com objetivo de subsidiar a elaboração do plano de médio prazo do Governo do Estado com vigência de quatro anos, o Plano Plurianual 2020/23.

O Gerente Regional do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) no Oeste da Bahia, Emerson Cardoso, vê a iniciativa como o fomento de políticas públicas descentralizadas. “A partir do momento em que estão reunidos o setor produtivo, a sociedade, os empresários de um modo geral, a agricultura, seja ela de escala empresarial ou familiar, e as instituições que apoiam e fomentam essas iniciativas, a gente está podendo fazer uma grande orquestração do que existe aqui no nosso território para que possamos potencializar as nossas vocações. Então essa escuta sensível que o Governo do Estado nos proporciona é fundamental para que possamos direcionar políticas públicas mais assertivas que têm a ver com as nossas peculiaridades e a nossa realidade local”, explica.

O representante do sindicato dos trabalhadores rurais do município de Cotegipe e membro do Colegiado territorial da Bacia do Rio Grande, Claudionor Amaral, destacou como prioridades para o território a gestão dos recursos hídricos, o apoio aos povos e comunidades tradicionais e a melhoria da infraestrutura viária. A partir desta visão, Amaral destacou a revitalização dos rios locais e as políticas voltadas à sustentabilidade dos “geraiszêros”, bioma local que abriga frutos nativos, foco da atividade de coleta que gera alimento e renda para as populações da região, enquanto segmentos importantes e que merecem atenção especial quando da formulação das políticas de governo.

O processo de escuta territorial, que iniciou no último dia 12, já foi realizado nos territórios do Extremo Sul, Médio Sudoeste, Costa do Descobrimento, Baixo Sul, Sudoeste Baiano, Médio Rio de Contas, Bacia do Rio Corrente, Velho Chico, Sertão Produtivo e Vale do Jiquiriçá. Compõem o território da Bacia do Rio Grande os municípios de Angical, Baianópolis, Barreiras, Buritirama, Catolândia, Cotegipe, Cristópolis, Formosa do Rio Preto, Luís Eduardo Magalhães, Mansidão, Riachão das Neves, Santa Rita de Cássia, São Desidério e Wanderley.

O Plano Plurianual (PPA), que tem vigência de quatros anos, é um dos instrumentos legais de planejamento das políticas públicas. Nele, os gestores eleitos de todos os entes federados declaram sua visão de futuro, objetivos e diretrizes estratégicas, programas temáticos com indicadores, compromissos e metas para alcançá-los.

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