Sindicatos se reúnem com presidente da câmara, mas a situação ainda é indefinida

Publicada em 14/07/2017 às 09:58

 

Ascom Sindsemb

Nesta tarde de quinta-feira, 13, o Sindsemb, Sinprofe e Sind-Acs foram recebidos pelo presidente da câmara, vereador Gilson Rodrigues cumprindo a tratativa na quarta-feira após o cancelamento da sessão legislativa. Participaram da reunião as presidentes Carmelia da Mata, Arizangela Farias e Luciano Pereira, assessoria jurídica dos sindicatos, além dos, vereadores Silma, Dr. José Barbosa e Vivi.

Durante a reunião, os sindicatos agradeceram a abertura do diálogo, que só foi reconhecida após a manifestação na última sessão, que colocaria em pauta a votação dos projetos de lei nº09 e 10, que retiram os direitos dos servidores civis e do magistério de Barreiras. Na conversa, o presidente Gilson foi enfático em seu posicionamento de seguir os trâmites do regimento interno e lei orgânica municipal.

 

 

A presidente Carmélia da Mata externou sua preocupação com o processo e principalmente sua indignação com o ato desrespeitoso do poder executivo de protocolar na Câmara um projeto de tamanha importância social, trabalhista e humanitário e que não foi discutido com nenhum sindicato ou servidores.

“Sabemos que esse projeto pode sair da pauta de votação, e isso só depende da boa vontade dos nossos representantes. Quero frisar que não estamos contestando que deve haver mudanças no estatuto, mas sim, estamos lutando para que essas alterações, revogações e retiradas de direitos fossem discutidas, fossem apresentadas aos sindicatos, aos servidores e a toda sociedade. Não podemos aceitar da forma que foi e esta sendo conduzido esse processo, é no mínimo falta de respeito com todo funcionalismo público” disse Carmélia.

 

Após as reivindicações das assessorias jurídicas do sindicatos, o presidente Gilson solicitou que seja encaminhado o requerimento para Câmara, solicitando uma reunião com os membros das comissões de Justiça e de Educação, e também com os vereadores.

“Essa situação de indefinição é decepcionante, mas nossa luta não para. Vamos protocolar os requerimentos, e buscar o diálogo até o fim, da mesma forma que estamos conduzidos as mobilizações, dentro da civilidade e democracia. Estaremos informando nossos filiados na Assembleia nos próximos dias e assim deliberando as ações para manter a bandeira da dignidade, dos direitos e do diálogo”, informou Carmélia.

 

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