BARREIRAS: Feira Livre Provisória é discutida pelos vereadores

Publicada em 23/11/2017 às 10:07

 

Por Tiago Lira – Assessor de Imprensa – ascomjosebarbosa@gmail.com | Fotos João Weber

Na Sessão de terça, 21, além da votação dos projetos de Lei, Indicações e Moções, foi discutida pelos vereadores a questão da Feira Livre Provisória de Barreiras, instalada no estacionamento do Estádio Geraldão, após incêndio ocorrido no CAB em outubro.

“Formamos uma comissão e solicitamos maior apoio com relação à segurança noturna, pontos de vans próximos ao Geraldão e a permissão para utilização de congeladores e botijões de gás para que possamos vender lanches e outros produtos”, disse a representante dos feirantes, Angelita Lima.

O presidente da Câmara Gilson Rodrigues (DEM) afirmou que os vereadores estão atentos, e, por isso, acompanharam o processo de transferência para o estádio. “Sei bem o que é trabalhar na feira. Minha mãe muitas vezes me levou quando criança para ajudá-la. Estamos atentos. Sabemos que algumas questões ainda precisam ser melhoradas, porém, estamos vendo o empenho da Prefeitura em proporcionar um melhor ambiente possível”.

 

Em seu pronunciamento o vereador Dr. José Barbosa (PSC) destacou que buscou mais informações junto ao Corpo de Bombeiros sobre os principais questionamentos da Comissão dos Feirantes. Por esse motivo, nessa segunda, dia 20, esteve reunido com o comandante dos bombeiros em Barreiras, Major José Lusquinhos.

“Fui informado que a Feira provisória possui o ACP – Atestado de Conformidade de Projeto, e, que ainda será vistoriada para que seja emitido o AVCB – Alvará de Vistoria do Corpo de Bombeiros. No projeto apresentado pela Prefeitura, que é de classe F7, ou seja, o mesmo utilizado para circos, estão entre os itens de segurança a presença obrigatória de no mínimo 10 brigadistas, que seriam Guardas Municipais e 06 extintores de incêndio, entre outros itens”, disse o vereador.

 

BOTIJÕES DE GÁS E ELETRICIDADE – Conforme Dr. José Barbosa, sobre a questão da proibição do uso de botijões de gás, seria necessário que a Prefeitura refizesse o projeto com uma área destinada especificamente para esse fim. “Para ser permitida a utilização de botijões de gás deveria constar uma maior Carga de Incêndio no projeto, o que exigiria outros investimentos em segurança. Com relação à questão elétrica, ela não compete aos bombeiros. É de responsabilidade da própria Prefeitura, pois, requer apenas projeto elétrico. Nós, inclusive, para sanar qualquer dúvida, já protocolamos um pedido de vistoria dessas instalações com emissão de laudo para o Executivo e também ao Conselho Regional de Engenharia e Agronomia – CREA”, finalizou.

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