Abapa trabalha para aumentar o ritmo das doações na reta final da campanha Plantar para Alimentar

Publicada em 06/05/2021 às 17:05

Ascom Abapa

A meta é alta – doar 13 milhões em cestas básicas para as pessoas que estão passando fome ou em vulnerabilidade alimentar por causa da Covid 19 no Oeste da Bahia – mas é totalmente factível, segundo a Associação Baiana dos Produtores de Algodão (Abapa), uma das 14 entidades representantes do agronegócio na região que encamparam juntas a campanha solidária Plantar para Alimentar. O cálculo para estabelecer este parâmetro se respaldou no desempenho da safra de soja em produtividade e produção, nas estimativas para a colheita de algodão, no bom momento para os preços das commodities e, principalmente, na boa vontade do produtor rural em contribuir. A iniciativa começou no mês passado, e segue até o dia 30 de maio, e a Abapa trabalha para impulsionar as doações nesta fase final da campanha, para bater ou, pelo menos, chegar bem perto da marca.

“Com todas as dificuldades que temos ultrapassado com a Covid-19, que tem causado perdas irreparáveis de vidas e danos econômicos em nossa região, no plano agronômico e de mercado temos tido bons resultados. Isso nos impele a fazer ainda mais por aqueles que vivem ao nosso redor em condições muito diversas da nossa”, diz a vice-presidente da Abapa, Alessandra Zanotto.
Ações como esta não são novidade para a associação. Além do seu programa de apoio aos pequenos produtores da região Oeste e do Sudoeste da Bahia, através do qual a Abapa doa de kits de irrigação e insumos às famílias de agricultores familiares, a entidade tem se engajado, desde o início, no apoio ao enfrentamento da Covid, entregando aparelhos e material de suporte aos profissionais de saúde às prefeituras e hospitais regionais, e promovendo campanhas de orientação e conscientização para produtores e funcionários das fazendas. Outras ações sociais e filantrópicas estão sempre em pauta, como a doação anual de agasalhos de algodão para as crianças das escolas da zona rural.

“Dentre tantas campanhas importantes, esta nos toca de uma maneira muito especial porque trata de suprir uma deficiência, a falta de comida, com aquilo que de melhor sabemos fazer, que é produzir alimentos. Somos muitos produtores e o que pedimos, individualmente, é muito pouco. Mas a soma de cada um de nós trará um resultado gigantesco”, projeta Alessandra Zanotto. Para criar uma referência mais familiar às transações no agro regional, a campanha usa a “moeda” extra oficial da saca de soja, que hoje está cotada a, aproximadamente, R$160.

“Nossa sugestão é que sejam doados de 0,05 a 0,15 do equivalente a uma saca por hectare por doador. É uma forma bem justa, porque cada um doa na proporção do que pode. Mais que apenas dinheiro, o que queremos dos nossos amigos é consciência. A fome é um problema que bate à nossa porta, e, como bem dizem, quem tem fome, tem pressa”, conclui a vice-presidente.

A logística e o cadastramento dos beneficiários da campanha Plantar para a Alimentar é feita através do Fundo para o Desenvolvimento Integrado e Sustentável da Bahia (Fundesis). Promovem a campanha: Abapa, Aiba, Abacafé, Aciagri, Acrioeste, Aprosem, Aprosoja, Cooperfarms, Cooproeste, Fundação Bahia, Mulheres do Agro, SPRB e SPRLEM.

PARA DOAR

Banco do Nordeste/cod 004
Agência 0092
Conta corrente 38.176-3
CNPJ 21.450.640-0001.73
INSTITUTO AIBA/FUNDESIS

PARA PIX, USAR A OPÇÃO DE DADOS DA CONTA

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