Abapa promove treinamento para auxiliares de classificação de algodão

Publicada em 23/05/2016 às 15:22

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Ascom Abapa

Com o objetivo de capacitar os participantes a conhecer os pontos fundamentais e estratégicos para o processo de classificação do algodão, a Associação Baiana dos Produtores de Algodão (Abapa), realizou o curso ‘Pontos Fundamentais e Estratégicos para o Processo de Classificação do Algodão em Pluma’, direcionado para profissionais que atuam na área de classificação. O curso foi ministrado para duas turmas, entre os dias 09 e13 e 16 e 20 de maio, no Centro de Análise de Fibras da Abapa, em Luís Eduardo Magalhães.

Este ano, 30 profissionais foram beneficiados e certificados com o treinamento. “Estamos disseminando o conhecimento na área de classificação de algodão, formando pessoas que irão atuar na área de forma direta, trazendo benefícios para toda cadeia através da classificação feita com as técnicas corretas”, ressaltou o gerente do Centro de Análise de Fibras da Abapa, Sérgio Brentano.

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Com uma carga horária de 44 horas, o curso contou com aulas expositivas/dialogadas e demonstrativas, que tratou desde a base legal para classificação do algodão em pluma, à sensibilização dos participantes quanto a importância do laboratório e da qualidade física no sistema de padronização e classificação do algodão em pluma. “Por meio de ensaios, esse setor identifica, mensura e estima as propriedades físicas das fibras de algodão, dando suporte referencial aos produtores/fornecedores e consumidores. O produtor irá em busca da produção de fibras que satisfaçam às exigências dos consumidores, enquanto os textileiros/fiandeiros, conhecendo as propriedades físicas das fibras, terão suporte para tomar decisões relativas à aprovação ou não da aquisição da matéria-prima mais adequada aos produtos acabados”, explica o instrutor do Centro de Tecnologia da Indústria Química e Têxtil do Senai (Senai-CETIQT), Jorge José de Lima, salientando que essa padronização é o suporte básico para o gerenciamento do processo, o que promove consequentemente, a conquista contínua da qualidade e a garantia de sobrevivência da empresa no mercado cada vez mais competitivo.

A avaliadora de cultura, Carina Rocha, do Grupo Xingu Agrícola, acredita que esse treinamento é imprescindível para a nova função que vai desempenhar na algodoeira. “Acabei de mudar de função e nesse treinamento estou adquirindo conhecimento importante para a minha nova atividade. Acredito que essa foi uma grande oportunidade de conhecer todo o processo que envolve a classificação do algodão”, disse Carina. O projeto conta com recursos do Instituto Brasileiro do Algodão (IBA).

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