O QUE VI EM FLORIANÓPOLIS

Publicada em 03/01/2017 às 11:48

HUMBERTO PINHO DA SILVA – Porto/Portugal

Estando de veraneio, no Estado de Santa Catarina (Brasil), cheguei num sábado, cheio de sol radiante e céu azul profundo, a Florianópolis, cidade onde residem familiares. Após reconfortante repouso, num simpático e fresco jardinzinho, resolvi visitar a catedral.

Era no mês de Janeiro; janeiro quente e calmoso. O ar estava pesado e surdo; nem ponta de vento corria.

Ao subir os degraus, que dão acesso à igreja, deparei com duas gentis meninas, que, de abertos sorrisos, distribuíam jornalzinho, a quem entrava no templo.…

Pensando que se tratava de oferta de publicação católica ou periódico generalista, gratuito, aceitei um exemplar, agradecendo a gentileza.

Para meu espanto, ao abri-lo, verifiquei, que era órgão de seita cristã, que continha, além de artigos doutrinários, cerradas criticas à Igreja Católica, além de notícias de falcatruas praticadas por pastores evangélicos, de outras denominações.

Distribuir publicações – propaganda – de seita, à porta de templos católicos ou evangélicos, é atitude inclassificável, só praticada por gente repugnante, que ainda não compreendeu o que é o cristianismo.

Gente que utiliza a fraqueza espiritual do próximo, para governar-se, e levar vida folgada, à custa da boa-fé dos simples.

Mas, o que me impressionou mais, foi que os crentes, que estavam em oração, no templo, além de aceitarem a publicação, deixavam -na dentro da igreja!…

Os bancos estavam pejados de jornais!…

Se é atrevimento inclassificável, da seita, que assim procede, também é de reprovar os fieis, que frequentam o templo, de abandonarem, pelos bancos, jornal, que critica de modo grosseiro e grotesco, a Igreja que pertencem….

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