Inovações tecnológicas usadas pela medicina

Publicada em 24/10/2017 às 09:13

 

ablab.com.br

A medicina e a tecnologia caminham sempre lado a lado para melhorarem o atendimento aos pacientes. Desde a possibilidade de diagnósticos mais precisos ao uso de equipamentos e sistemas que melhoram a condição dos tratamentos, o uso de recursos tecnológicos cada vez mais modernos facilita a vida de médicos, corpo clínico e pacientes, seja dentro dos consultórios e clínicas quanto nos hospitais e nos atendimentos móveis. Quem diria, há alguns anos, que teríamos nos dias atuais equipamentos e soluções como ultrassom portátil, balanças que medem massa magra, gordura e IMC e concentram os dados em um aplicativo, impressoras 3D que reproduzem tecidos, vértebras, cartilagens, entre outros feitos?

Conheça três inovações tecnológicas que contribuem de forma essencial para a área da saúde.

Aplicativos

Se muitas das questões que permeiam nossas rotinas já podem ser solucionadas por meio de alguns simples toques na tela do celular, não seria diferente quando o assunto é a saúde. Há hoje uma ampla gama de aplicativos disponíveis e com as mais variadas funções. Existem apps específicos para os médicos, como o Figure 1, que é uma espécie de Instagram médico, por exemplo, e para pacientes, que permitem monitorar a saúde em diversos aspectos – como é o caso do Glucose Buddy, para diabéticos. São milhares de aplicativos com os mais diversos usos, facilitando a relação médico-paciente.

Médicos em casa pelo smartphone

Além dos aplicativos para controle de saúde, os celulares também são ponte para consultas médicas. Já é possível chamar um médico pelo smartphone, e ele pode atender na sua casa, com toda a praticidade. Apps como o Docway permitem escolher o profissional por especialidade, além de marcar vacinas e exames a domicílio. O pagamento pode ser feito direto pelo aplicativo também.

Big Data

Reunir dados e transformá-los em informações é uma das grandes medidas para a medicina atual. Entre as várias possibilidades, laboratórios, centros de pesquisa, clínicas e hospitais podem captar e cruzar dados para monitorar a saúde dos pacientes, o avanço ou retrocesso de alguma doença em um período de tempo, mapear tratamentos, analisar padrões de desenvolvimento de doenças, melhora nos diagnósticos, prontuários inteligentes, entre outros.

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